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A Igreja: coração de mãe

Quem é das antigas se lembra do comercial de desodorante que alardeava que “sempre cabe mais um” quando se usa. O mesmo gigantismo aparece num ditado popular atribuído ao coração de mãe. O mês de maio é tradicionalmente chamado de o mês das mães e também o mês das noivas. São duas alegorias interessantes.

Reza a lenda que na Idade Média, no gélido hemisfério norte, este era o mês da chegada da estação das flores, que por si só já nos remete à feminilidade. Nesta época os casamentos se intensificavam porque as moças podiam abusar da beleza da natureza em seus adornos e festas, além do clima propiciar muitos banhos, o que não era possível nos meses de inverno rigoroso. As mães podiam se divertir mais livremente com suas crianças. Virou tradição, mesmo sendo importada de uma região distante e épocas remotas.

Vamos embarcar na onda. A despeito de ser também uma oportunidade (ou oportunismo?) para o comércio de flores e presentes, convenhamos que é sempre bom ter uma pausa para estas merecidas homenagens. Pra começar, o primeiro dia é feriado: dia do trabalhador. Seria chover no molhado dizer que a mãe é a trabalhadora por excelência, por nos trazer à luz, não sem algum sofrimento. Vida afora, mais intensamente na infância, essa mãe é suporte e provisão de carinho e cuidado contínuo. Na vida adulta, é aconchego e sabedoria.

Existe entretanto, uma alegoria que me parece mais interessante: a Igreja como mãe. Obviamente a igreja é o corpo místico de Cristo, mas é também a noiva. Já que estamos no mês das noivas, nada mais apropriado, não? Voltemos à igreja como mãe. O Espírito Santo nos atrai a ela e nos insere em seu contexto. Ela nos adota e passa a ser a nossa cuidadora. Se olhássemos ainda para o ditado que diz que a mãe é aquela que cria, isto seria totalmente aplicado à igreja. Somos alimentados e edificados nela. Só crescemos e amadurecemos em seu seio. Filho sem mãe é desgovernado, e o cristão sem a igreja também.

Além de tudo, existe uma promessa de Jesus que garantiu que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela. Quem seria louco de desprezar este abrigo? Outra coisa interessante: mãe não fecha os braços, igreja não fecha as portas. Como no antigo comercial, sempre cabe mais um. Como no ditado popular, igreja é coração de mãe: há espaço pra todo mundo. Independente de raça, classe social, grau de instrução, idade e nacionalidade, todos são bem vindos a se tornarem irmãos, unidos na mesma fé que salva.

Sendo noiva ou sendo mãe, a igreja é o lugar onde todos devemos estar, até o dia glorioso em que se tornar a esposa do Cordeiro, na maior festa da eternidade: a primavera celestial, onde todos florescidos, com vestes brancas e palmas nas mãos, celebrarmos a vida eterna.

Não esteja fora deste banquete, venha e permaneça na igreja!

A Igreja: coração de mãe

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